Informativos
25 de Novembro de 2025
ENCONTRO COM REPRESENTANTES DA CCR VIA SUL
O Sindicar, em sua sede própria, reuniu os associados na tarde de ontem (25) em um encontro com representantes da CCR Via Sul - Grupo Motiva a convite do Presidente Moises Santos, sendo o principal assunto do evento a duplicação da BR 386, cujas obras devem chegar a Carazinho em breve. Além de pessoas ligadas ao setor da logística, o encontro também recebeu representantes da ACIC e outras entidades de classe.
Maurício Oliveira, diretor de relações institucionais da CCR, fez uma apresentação da duplicação, mostrando pontos onde as obras já foram finalizadas e que devem ser abertas ao tráfego em breve. Também mostrou o cronograma para a próximas etapas. A obra, atualmente na altura dos municípios de Soledade e Tio Hugo, deve chegar em Carazinho, onde existe o ponto que sinaliza o fim do trecho de concessão, no início de 2036.
Oliveira deu detalhes sobre o andamento dos trabalhos e destacou que a CCR está em constante contato com empresas e prefeituras dos municípios que estão diretamente impactados pelas obras. Confirmou que a concessionária tem recebido demandas destes setores, entre eles a criação de locais para parada de caminhões. Vários associados explanaram algumas dificuldades de tráfego na BR em construção, perfeitamente compreendida em virtude da necessidade das obras, mas o ponto principal foi a parada para descanso em cumprimento da decisão do STF sobre as 11 horas e a curiosidade de saber se está no cronograma da CCR VIA SUL. Segundo o Mauricio Oliveira, atendendo as obrigações contratuais, a concessionária apresentará estudo locacional para a ANTT, que avaliará o estudo.
Questionado sobre tarifas futuras de pedágios, o profissional esclareceu a ViaSul está processo de revisão do contrato para inclusão de obras e pleitos apresentados nas audiências públicas realizadas pela ANTT, cuja estimativa de acréscimo para inclusão das obras é de R$ 0,84, mas que o cálculo da tarifa leva em consideração diversos fatores, dentre os quais estão os investimentos realizados e as despesas das obras. Além disso, o valor precisa ser analisado e aprovado pela ANTT.